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Violeta, a eterna Rainha da canção revolucionária!
Publicado em 04/02/2017 às 15:18

Violeta Parra, um nome que fazia furor no mundo inteiro nos anos 60 e 70, quando imperavam as ditaduras militares aqui na América do Sul.

Sua canção “Gracias a la Vida” (curta o vídeo) virou um hino contra opressores do mundo inteiro: teve mais de 60 regravações com artistas de renome (entre eles a cantora americana Joan Baez!) em vários idiomas; no Brasil até hoje é uma das canções mais tocadas na voz de Milton Nascimento, Elis Regina e da cantora argentina Mercedes Soza.

Violeta Parra nasceu no Chile e hoje é cultuada como a “mãe da canção comprometida com a luta dos oprimidos e explorados”, tendo sido autora de páginas inesquecíveis, como a canção "Volver a los 17" (que mereceu uma antológica gravação em dueto de Milton Nascimento e Mercedes Sosa).

Outra de suas canções, "La Carta", cantada em momentos de enorme comoção revolucionária, nas barricadas e nas ocupações, tem entre os seus versos o que diz: "Os famintos pedem pão; chumbo lhes dá a polícia".

Suas canções não apenas são marcadas por versos demolidores contra toda a injustiça social. O lirismo dos versos de canções, como esta - "Gracias a la vida" -, embalou o ânimo de gerações de revolucionários latino-americanos em momentos em que a vida era questionada nos seus limites mais básicos.

Cantora, compositora e violonista desde os nove anos, Violeta Parra ingressou na carreira musical aos 15, após a morte do pai. Durante sua vida, compôs e gravou centenas de músicas folclóricas de sua autoria, que enriquecem o cancioneiro chileno.

Violeta, também era artista plástica: ela morou em Genebra e foi a primeira pintora latino-americana a ter uma exposição individual no famoso Museu do Louvre, em Paris.

Uma tragédia encerrou sua carreira e sua vida: deprimida desde a morte precoce de uma filha de poucos meses, em 1964, e desiludida com o afastamento do terceiro marido, o músico suíço Gilbert Favre, com quem ainda buscava uma reconciliação, Violeta se suicidou com um tiro, em 5 de fevereiro de 1967, aos 49 anos de idade.

Mas sua obra é eterna, em toda a América Latina e mundo afora: seu legado é inestimável para a música engajada latino-americana. Suas canções mais conhecidas são “Gracias a la Vida“, gravada por artistas como Mercedes Sosa, Elis Regina, Grupo Tarancón e Joan Baez - responsável por torná-la um sucesso nos Estados Unidos -, e “Volver a los 17“, mais conhecida no Brasil nas vozes de Mercedes Sosa e Milton Nascimento, em dueto.

Ela também foi eternizada pelo cinema: sua história foi contada em 2011 no filme “Violeta foi para o Céu”, do diretor Andrés Wood, exibido em cinemas de todo o mundo.

Violeta está viva nesta canção “Gracias a la Vida”, que o Portal ITALO recomenda curtir com a alma e o coração!!!

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