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NOVEMBRO AZUL
Câncer de próstata é uma das principais causas de morte entre homens
A prevenção, ainda envolvida por preconceitos, é mais simples do que se imagina
Publicado em 04/11/2020 às 15:02 Ítalo
Câncer de próstata é uma das principais causas de morte entre homens

Até o final deste ano, mais de 65 mil homens serão diagnosticados com câncer de próstata, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Isso significa que um em cada seis homens terá resultado positivo durante a vida.

De acordo com dados do Hospital Uopeccan de Umuarama, entre janeiro e setembro deste ano, 45 novos casos foram confirmados. O número pode ser muito superior, já que, durante a pandemia de coronavírus, o diagnóstico da doença ficou prejudicado.

Atrás apenas do câncer de pele não-melanoma, o câncer de próstata é o que mais mata homens no Brasil. Preconceito, mitos e tabus sobre o toque retal – o exame que pode diagnosticar a doença – acabam afastando os homens da prevenção.

O EXAME

“Ao contrário do que se pensa por aí, o exame é bem simples. É indolor e muito rápido: dura apenas alguns segundos. Por meio dele é possível avaliar o formato, o tamanho e a textura da próstata, além de identificar a presença de nódulos que podem ser indicativos de um tumor maligno”, explica o urologista Alberto Santiago Mendes Tomé, médico do Hospital Uopeccan de Umuarama.

O diagnóstico precoce faz toda a diferença. Se descoberta no início, as chances de cura da doença ficam acima de 90%. “Por isso é fundamental que os homens deixem de lado esses mitos sobre o exame e procurem a prevenção. O preconceito mata muito mais do que a doença”, indica.

QUEM PRECISA FAZER?

O exame está indicado para todos os homens acima de 50 anos. Homens negros precisam iniciar o rastreamento mais cedo: aos 45 anos. Quem tem histórico na família de câncer de próstata deve também iniciar os exames cinco anos antes da idade que atingiu seu familiar.

Dr. Alberto Santiago Mendes Tomé é membro do corpo clínico da Uopeccan de Umuarama, médico urologista pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), especialista em cirurgia geral e cirurgia do trauma pela PUC/SP e urologista pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

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