Coluna Italo

(44) 99941-8859
Anúncio - MOBILE MARÇO
Anúncio - JARDIM VERSAILLES FRANÇOLIN
Anúncio - banner mobile topo
Anúncio - banner mobile topo
Anúncio - banner mobile rodape
Anúncio - arte nova mobile
Anúncio - banner rodape
SEGUE A CRISE...
Onde está o dinheiro? Sumiu!
70% dos brasileiros recebem menos em 2021 do que antes da pandemia
Publicado em 04/11/2021 às 08:58 Italo
Onde está o dinheiro? Sumiu!

Até poucos meses a preocupação maior coletiva era evitar a contaminação da covid-19. Com o avanço da vacinação e a forte diminuição de casos de mortes e contaminados, agora a insônia é provocada pela terrível inflação que todos estamos enfrentando de norte a sul do Brasil.

Tudo o que é essencial para sobreviver teve seus preços alterados, a maioria em patamares abusivos, o que provoca o protesto de milhões de pessoas – principalmente quem vive de salário mínimo, que nesta situação fica cada vez mais ‘mínimo’...

A Fundação Getulio Vargas divulgou pesquisa realizada pelo renomado economista Daniel Duque, que revela números que apavoram ainda mais: Com essa pandemia inflacionária 70% dos trabalhadores estão recebendo menos do que ganhavam antes do surgimento da covid-19 Conforme revela detalhadamente o levantamento divulgado pela FGV, nas camadas médias da população o recuo no ganho foi de 28%, enquanto entre 10% mais ricos o ganho real chegou até 8%.

Os cálculos realizados pelo pesquisador Daniel Duque tiveram como base o rendimento do trabalho domiciliar per capita, isto é, a renda dividida pelo número de pessoas de uma família. A conta também levou em consideração o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de junho, que estava em 8,35% no acumulado de 12 meses.

Em setembro, a inflação foi de 1,16%, maior percentual para o mês desde 1994. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa subiu para 10,25% em setembro, em 1 ano.

Com o IPCA mais alto do que o registrado no mês de junho, quando foi realizada a pesquisa, o impacto no salário dos trabalhadores pode ser ainda mais elevado. O fim do pagamento do Auxílio Emergencial, cuja última parcela foi depositada em setembro, também aumenta a perspectiva de redução de poder de compra.

E essa situação será revertida até quando ninguém até agora soube mostrar. Para os economistas, o otimismo está em baixa, mas graças à esperança de que ‘tudo vai melhorar’ uma grande parcela da opinião pública aposta que já no Natal – pouco m mais de um mês – a economia brasileira se recupere para que em 2022 tudo realmente volte ao anormal, seja na saúde como na economia, pois ambas são vitais para sobreviver. (ITALO FÁBIO CASCIOLA)

WWW.COLUNAITALO.COM.BR

Comentários
Veja também