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COVID-19 NO BRASIL
Agora, os contaminados são jovens!
O perfil dos infectados pelo coronavírus mudou!
Publicado em 30/11/2020 às 09:56 Italo
Agora, os contaminados são jovens!

A mídia internacional repercutiu o comunicado oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS) em que afirma que o número de contaminações na faixa etária de 15-24 anos triplicou em apenas cinco meses. O motivo é o desrespeito dos jovens às medidas de barreira contra a doença e a frequentação de festas e aglomerações. Da Europa aos Estados Unidos, do Brasil ao Japão: muitos jovens se recusam a reconhecer o perigo do coronavírus e se negam a se mobilizar na luta contra a doença. Os resultados deste comportamento constam de um estudo divulgado pela OMS.

FORAM ANALISADOS 6 MILHÕES DE CASOS!

A organização analisou 6 milhões de casos de coronavírus entre 24 de fevereiro e 12 de julho. De acordo com o balanço, a proporção de contaminações de pessoas da faixa etária de 15-24 anos passou de 4,5% a 15%. “A tendência não é exclusiva a um país ou continente; ela é observada de forma geral”, alerta a OMS. A começar pelos Estados Unidos, que lideram em número de infecções e contaminações. Na Europa, vários países, como França, Espanha e Alemanha não escondem enfrentar dificuldades em lidar com aglomerações de jovens e registram novos casos da doença entre eles. Na Ásia, a situação não é diferente. Em maio, a Coreia do Sul - até então um exemplo na luta contra a doença - registrou um importante foco de coronavírus no bairro boêmio de Iaewon. Em Tóquio, os bairros famosos por festas noturnas, como Kabukicho e Shinjuku, se tornaram o símbolo da propagação da doença no país. Imagens como as que viralizaram no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, parecem se repetir em todos os cantos do mundo.

NO BRASIL O PERFIL TAMBÉM MUDOU: AGORA, QUEM SE CONTAMINA MAIS SÃO OS JOVENS!

Desde o começo da pandemia para cá, o perfil dos contaminados por Covid-19 mudou. Agora, quem se contamina mais são os jovens de classe média e alta. É o que mostra o recente levantamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), realizado em 12 capitais brasileiras. Segundo os números apurados, a situação é preocupante em Belo Horizonte, Campo Grande, Maceió e Salvador, onde a tendência de alta é de 95%. O levantamento cita como exemplo o Rio de Janeiro, onde a ocupação de leitos de UTIs por pacientes com Covid-19 já atinge 94% na rede SUS. E no famoso hospital paulista Sírio-Libanês, em São Paulo, o número de pacientes com sintomas do coronavírus mais que triplicou em novembro: foi de 40 para 150 por dia! Segundo opinaram os infectologistas, os jovens abandonaram o cuidado por descaso e cansaço. “Não dá pra ser assim, estamos a um passo de ter uma vacina extremamente eficaz, e a gente chuta o ‘pau da barraca’ agora?”, diz a infectologista Jamal Suleiman. Outro lugar que serve como exemplo dessa nova e dura realidade: Em Curitiba, a conta já chegou: a prefeitura mandou fechar bares e casas noturnas, e delimitou horário de shoppings. Em Salvador, o Carnaval que estava anunciado para fevereiro, depois de alertados pelos especialistas da Saúde, os organizadores da folia imediatamente cancelaram a folia baiana.

ATÉ O USO DA MÁSCARA NAS RUAS CAIU!

Aglomerados, festas, baladas em boates, viagens, piscinas de clubes sociais movimentadas, praias lotadas, bares e lanchonetes onde é impossível não se formarem grupos de amigos, entra e sai de restaurantes... Tem até aqueles apaixonados esportistas que voltaram a jogar seu futebolzinho, com churrascadas para comemorar depois das partidas. Dizem que pode, porque não há público nas arquibancadas – ledo engano, se algum deles estiverem com o vírus, eles mesmos depois se encarregarão de retransmitir a Covid-19 por onde passarem ou com quem estiverem! E, mais recentemente, se nota nas vias públicas e suas calçadas que a adesão ao uso da máscara caiu: um completo descaso pelas recomendações sanitárias que o momento pede. Fotos e reportagens na mídia e nas redes sociais comprovam isso... “Parece que eles se sentem ‘intocáveis’, à prova de vírus, um terrível erro que fez com que a nova geração perdesse o medo da contaminação...” – reclamam os médicos sanitaristas.

FONTES: Fotos e informações publicadas em reportagens na imprensa brasileira.

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