Coluna Italo

(44) 99941-8859
Anúncio - Casa Gomes banner lateral
Anúncio - banner topo 2021
Anúncio - JARDIM VERSAILLES FRANÇOLIN
Anúncio - BANNER NOVO MOBILE SETEMBRO
Anúncio - banner mobile rodape
Anúncio - banner rodape
Anúncio - A FORÇA QUE UMUARAMA PRECISA MOBILE
Anúncio - arte nova mobile
CRISE DA ÁGUA
Falta de chuvas vai deixar alimentos ainda mais caros!
Violenta seca reduziu colheitas e secou pastagens, diminuindo a produção
Publicado em 17/09/2021 às 09:22 Italo
Falta de chuvas vai deixar alimentos ainda mais caros!

Energia elétrica, combustível, alimentos... o aumento generalizado de preços na economia já apertou muito o orçamento dos brasileiros, que não estão vendo os seus salários acompanharem o ritmo acelerado da inflação. Com menos renda disponível e desemprego elevado, as famílias já fizeram substituições e diminuíram a qualidade do prato. E a tendência é de que não haja muita trégua nos próximos meses, diante da maior seca no Brasil em 91 anos. A falta de chuvas que atinge o campo do Centro-Sul desde 2020 já provocou queda na produção de diversas culturas como café, laranja, cana-de-açúcar, milho, carne bovina, feijão, entre outros. Não bastasse a redução de oferta, o baixo nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas fez com que o governo acionasse as termelétricas, que produzem energia mais cara, elevando, assim, os gastos de produção das fazendas, indústrias e comércios, causando um efeito em cascata em toda a economia.

MUDANÇAS CLIMÁTICAS IMPACTAM A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS

"Os custos com energia elétrica vão ficar pressionados por um bom tempo, afetando, principalmente a agroindústria, que consome mais energia do que os produtores. Naturalmente, isso vai aparecer no preço final dos produtos", diz Felippe Serigati, professor da Escola de Economia de São Paulo, da FGV. A volta das chuvas neste mês deve favorecer culturas que são plantadas agora, como a soja. Mas o nível de precipitação ainda é baixo para encher reservatórios, gerando incertezas para as lavouras que dependem de irrigação, como hortaliças, arroz e feijão. (ITALO FÁBIO CASCIOLA)

FONTES: Com informações de cooperativas agrícolas

WWW.COLUNAITALO.COM.BR

Comentários
Veja também