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ALERTA AOS PAIS:
Pandemia agrava a depressão infantil
Cresce no Brasil número de crianças com angústia, tristeza, medo e ansiedade
Publicado em 20/03/2021 às 17:36 Italo
Pandemia agrava a depressão infantil

“Mamãe, por que a escola está fechada? Por que a gente não pode ver a vovó? Eu estou com coronavírus? Quando é que ele vai embora?”. Essas são as perguntas que estão entristecendo mães e pais desde o início da pandemia no ano passado... Sem poder frequentar as escolas e nem rever professores e coleguinhas de classe, os estudantes – principalmente as crianças das escolas infantis – estão sofrendo com o distanciamento social, tendo que ficar em casa. Quase nove em cada dez médicos pediatras (88%) dizem que as crianças apresentaram alterações de comportamento durante a pandemia de Covid-19. Oscilações de humor, como a mudança de felizes e ativas para taciturnas e retraídas, aparecem como as queixas mais frequentes, segundo 75% dos médicos. Em seguida vêm ansiedade, irritabilidade, depressão, agitação, insônia, tristeza, agressividade e aumento de apetite, entre outros. Os resultados são de uma pesquisa divulgada na sexta-feira (19), feita por duas entidades médicas, a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) e a Febrasgo (Federação das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia). O levantamento, realizado por meio de questionário online, ouviu 1.525 profissionais, sendo 951 pediatras e 574 ginecologistas e obstetras de todo o Brasil. Segundo Luciana Rodrigues Silva, presidente da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), várias hipóteses explicam as mudanças de comportamento: alterações da rotina, a falta da escola e da convivência com os colegas e a necessidade de isolamento social imposta pela pandemia. Crianças e adolescentes estão sem frequentar escolas há um ano. De repente, tiveram que se adaptar às aulas remotas, perderam o contato com os amigos e avós e passaram a temer a morte. Todos esses fatores mexeram com a saúde mental dos mais jovens.

CONSELHO MÉDICO:

De acordo com Roberto Santoro, coordenador de Saúde Mental da Sociedade Brasileira de Pediatra (SBP) e membro da Sociedade Psicanalítica do Rio, Rodrigo Santoro, é preciso que os pais e responsáveis procurem um especialista ao perceberem transformações de comportamento. “Devido à pandemia, houve um aumento grande de crianças e adolescentes com quadros de insônia, angústia, medo, perda ou excesso de apetite. Nos casos de depressão, os sintomas mais comuns são irritabilidade, agressividade e desânimo”, diz.

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