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Miau! Miau! Miau! Dia Mundial do Gato!
Conheça o famoso santuário do Gato da Sorte do Japão!
Publicado em 12/08/2019 às 08:00 Ítalo
Miau! Miau! Miau! Dia Mundial do Gato!

Dia 8 de agosto, é comemorado o Dia Mundial do Gato. Esta data especial foi criada em 2002 pela International Fund for Animal Welfare, para celebrar o animal de estimação mais popular do mundo (os cães vem em segundo lugar; já no Brasil, os amicãos ainda são maioria).

Como o "bichano" é um dos animais domésticos mais presentes e queridos dos lares brasileiros e em centenas de outros países, o Portal ITALO presta a sua homenagem reunindo algumas das principais curiosidades sobre os felinos. Tudo devidamente acompanhado de divertidos vídeos e imagens!

A (GRANDE) POPULAÇÃO FELINA

Segundo pesquisas da indústria alimentícia animal, estima-se que existem 500 milhões de gatos no mundo, com predominância na Europa e na Ásia. Encontram-se referências à ligação dos gatos ao homem há cerca de 9.500 anos, narradas em monumentos, pergaminhos, estátuas, pinturas e livros antigos.

Segundo a História Universal, séculos antes de Cristo eles já eram amigos da Humanidade. Que os usava como eliminadores de ratos e de pestes, sendo adotados nos lares e navios, chegando a todos os cantos do mundo. Já no antigo Egito e na Ásia, os gatos eram e são venerados e protegidos. Em caso de inundações, segundo histórias gravadas em velhos pergaminhos hoje exibidos nos maiores museus do mundo, salvavam-se os gatos primeiro e só depois as pessoas!

Segundo dados do IBGE, no Brasil já existem mais de 22 milhões de gatos e a expectativa é ultrapassar 30 milhões até 2022.

O SANTUÁRIO DO GATO DA SORTE EM TÓQUIO

A história, datada do século XVII, conta sobre um fato real vivido pelo samurai Li Naotaka do clã Omi quando voltava da tomada do Castelo de Osaka, após ter comandado 3,2 mil homens e se destacado na Batalha de Tennoji. O nobre foi surpreendido por uma forte chuva repentina, abrigando-se embaixo de uma árvore próxima ao Templo Gotokuji em Setagaya. Na época, Gotokuji era um templo decadente, em situação muito precária financeiramente e os monges locais estavam passando fome.

No templo, vivia um velho monge budista e uma gata de nome Tama. Solitário, o monge conversava com a gatinha lamentando-se, quase sempre sobre a fase de penúria que o templo encontrava-se, mas, apesar da dificuldade pela qual passava sempre achava um meio de alimentar o bichano.

E, nas proximidades do mísero lugar, Naotaka em sua viagem depois de uma grande batalha enfrentou uma forte chuva. Para tentar se proteger da água gelada que caía, Li Naotaka abrigou-se debaixo de uma árvore e ao olhar na direção da entrada do templo, vislumbrou Tama sentada sobre suas patas traseiras com a pata dianteira levantada como se acenasse pra ele.

Curioso e muito surpreso com a habilidade do felino, se aproximou de Goutokuji e quando se afastou da árvore esta foi atingida por um raio fulminante, um verdadeiro bombardeiro de faíscas e fumaça negra se espalhou exatamente no local em que se encontrava há poucos momentos. O guerreiro imediatamente percebeu que aquele gesto da gata havia lhe salvado a vida!

Aliviado e certo de que sua vida havia sido salva por Tama, o samurai Naotaka entrou no templo para rezar em agradecimento e logo ao entrar notou a pobreza e a condição lamentável de abandono em que se encontrava o local. Naotaka, então, resolveu doar todo o dinheiro (uma bela quantia) que levava consigo para recuperar o desgastado templo, comentando com todos sobre a sabedoria do grande Buda em guiá-lo até o velho templo.

Assim, após esse episódio marcante, Naotaka passou a frequentar Gotokuji, e o local começou a ser então completamente restaurado; e depois passou a ser o templo oficial da família e de todo o clã de Li, trazendo prosperidade para o santuário que, depois de completamente restaurado, acabou atraindo visitante de todas as partes do Japão.

O samurai, demonstrando sua gratidão, mandou esculpir uma grande estátua da gata Tama reproduzindo seu gesto com a pata levantada, de modo a homenageá-la pela sorte que trouxe ao templo e, principalmente, por ter salvado a vida de Naotaka!

Depois os monges começaram a confeccionar réplicas em miniaturas da estátua que eram distribuídas no Templo como lembranças e que mais tarde tornaram-se um amuleto da sorte, com o nome de Maneki Neko. Até os dias atuais, são reverenciadas e vendidas no próprio templo em Setagaya, onde os milhares de visitantes depositam placas de madeira com pedidos de muita sorte, saúde e fortuna.

O Maneki Neko usa uma coleira vermelha com um sino e pode ser de diversas cores, cada uma com um significado: branco (pureza), preto (saúde e espantar maus espíritos), vermelho (proteção, espantar maus espíritos e saúde), dourado (riqueza), rosa (amor), roxo (força artística) e verde (força nos estudos).

NO JAPÃO, UMA GRANDE FESTA: VÍDEOS

No Japão, o Dia do Gato é uma data nacional, conhecida em japonês como "Neko no Hi" e todo ano, no dia 22 de fevereiro, acontece uma grande festa que movimenta Tóquio, a capital japonesa.

O festival, conhecido também como Ghost Cat Festival, atrai milhares de japoneses e turistas para as ruas com cosplays de gatos em uma grande festa, com alimentos temáticos, bandas de música, fantasias e alegria. Muitos (vejam nos vídeos) levam seus gatos de estimação para assistir o grande desfile... Festividades idênticas também acontecem em outras cidades.

Esse dia foi escolhido por causa dos números: em japonês, o número dois se diz “ni”. Considerando que a data é grafada como 22/2, o som é “ni ni ni”. E lá, a onomatopeia da voz do gato (que em português é “miau miau miau”) é falada como “nyan nyan nyan”. Assim, de “ni ni ni” para “nyan nyan nyan” foi apenas um pequeno passo.

Até a Disney japonesa declarou a data como “Marie Day”, celebrando a jovem personagem felina feminina do desenho “Aristogatas”.

Outra curiosidade que comprova o amor pelos gatos no Japão: existem dezenas de cafeterias em que os clientes podem se sentar em companhia de felinos mimados e ronronantes. Tanto os ‘gateiros’ como os seus gatos são atendidos de forma especial: tem um cardápio para pessoa e um cardápio para o bichano. Legal, né!

Reportagem de ITALO FÁBIO CASCIOLA

Especial para EMPÓRIO PET

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