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MULHER
Dia internacional da igualdade
Muito para relembrar, ainda pouco para comemorar
Publicado em 23/08/2017 às 22:32 Ítalo
Dia internacional da igualdade

O dia Internacional da Igualdade da Mulher, comemorado em 26 de Agosto, busca relembrar a história e mostrar como a mulher teve (e tem!) papel fundamental no desenvolvimento social.

Enquanto as novas gerações de brasileiros têm ouvido falar de corrupção e déficit econômico, as gerações do passado vivenciaram movimentos sociais intensos.  Longe de ser piegas, vamos concordar que é importante falar sobre as mudanças sociais sofridas pelo povo brasileiro em um passado não tão distante.

 

História da Mulher no Brasil

Foi em 1932 que a mulher brasileira passou a ter o direito de votar. Até então, o voto era direito de homens e de uma minoria alfabetizada. Hoje, as mulheres correspondem a 51, 7% dos eleitores no país, segundo o governo federal.

Já em relação às leis trabalhistas, foi em 1º de Maio de 1943, que os direitos dos brasileiros foram promulgados ... daí o “dia do trabalho”. Nessa data, direitos femininos e masculinos constituíram igualdade trabalhista entre os gêneros. O mais interessante acontece na chamada “discriminação positiva”, onde necessidades exclusivamente femininas foram asseguradas, como a licença maternidade.

E vale mencionar a Constituição Brasileira, revisada em 1988, que garante direitos iguais entre os gêneros, no atrigo 5º: “Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição”.

Embora haja muito o que comemorar em relação aos direitos da mulher em nosso país, os números das pesquisas revelam que a relação entre homens e mulheres está longe de ser igualitária.

-Pesquisa realizada pela Catho, em 2015, indica que média salarial feminina ainda é 30% menor que a dos homens em exercício profissional idêntico;

-Embora existam casos de violência sexual contra o homem, a violência sexual contra a mulher ainda comporta 89% dos casos;

-Em relação ao trabalho com a Educação, mulheres são maioria nos cargos de menor prestígio salarial, como a educação básica. Nas universidades, especialmente as federais, os homens ocupam a maioria das funções nas áreas de pesquisa científica e cargos de alto escalão, com maiores salários;

 

Lá fora

Esses são apenas alguns exemplos nacionais. O mundo ocidental já discute esse tema há muito tempo e todos os governos, de formas diferentes, oferecem alguma atenção à mulher. No entanto, nem dá para começar a elencar a diferença social entre homens e mulheres em países do oriente, onde as mulheres sequer são consideradas indivíduos.

Na Arábia Saudita, por exemplo, as mulheres não possuem sequer o direito de dirigir, necessitando de um guardião legal, obviamente do sexo masculino, para qualquer trâmite civil.

Nesse dia Internacional da Igualdade da Mulher, vale mais refletir que comemorar, debater que homenagear. Vale a pena ensinar, educar e repassar a mensagem do respeito a todos. Que as próximas gerações tenham motivos para apenas festejar!

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