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ARTIGO ESPECIAL
O dia depois de amanhã...Como fica a educação?
A tecnologia foi elevada ao patamar de necessidade pública
Publicado em 25/10/2021 às 16:48 Ítalo
O dia depois de amanhã...Como fica a educação?

Se reinventar no campo educacional diante do cenário de pandemia e como as tecnologias educacionais, se tornou essencial no processo de adaptação de professores e gestores desde o primeiro trimestre de 2020. Percebemos a fragilidade de instituições educacionais, além de dar uma nova significação (no caso do Brasil) para esta.

Aquilo que parecia impossível, até parece letra de música, se tornou o NOVO! Fechamento de escolas e a busca por uma alternativa, uma resposta rápida se fez necessário e assim houve a implantação do ensino remoto. Algumas escolas o fizeram em apenas três dias, já outras, aguardando uma melhora no contexto pandêmico, aguardaram durante meses.

A posição frágil da educação pública no Brasil foi descoberta. Um sistema com pouco investimento e sem estrutura digital. E ainda temos o agravante do quesito participação da família, onde na maioria das vezes, a transferência de significados sobre os papeis de educar e ensinar são controversos.

A tecnologia foi elevada ao patamar de necessidade pública e até professores mais resistentes à sua utilização, começaram a aplicá-la para dar continuidade ao processo educativo e manter seus empregos. Desta forma, o ensino remoto se concretizou, ao menos para alguns, assim como os desafios educacionais que vieram junto como uma consequência das tecnologias.

Ao interromper o funcionamento escolar, a mediação que ocorria de forma síncrona e alinhada a práticas educacionais, tiveram um impacto negativo gigantesco, e como consequência, o uso de plataformas educacionais que visava orientar e estimular a participação discente, tem um impulsionamento gigante. Entretanto, não se engane, assim como apareceram muitas plataformas e vídeos que contribuem para o desenvolvimento do processo, temos aqueles que deixam de utilizar conceitos educacionais e acabam mais que distraindo, distanciando o aluno do processo ensino-aprendizagem.

Reafirma-se, portanto, a ressignificação do espaço escolar, desde o papel do aluno e professor, até as organizações didático-pedagógicas e curriculares. O que é necessário aprender e ensinar? Quais práticas e procedimentos metodológicos utilizar? São inesgotáveis questionamentos.

Apontar, neste momento, que o ensino remoto veio para ficar, é algo que ainda precisa ser discutido, mas já é possível afirmar que a tecnologia, jamais será retirada dos ambientes escolares.

Saber ensinar, como e de que forma? Aprendemos nas faculdades e universidades, é uma constância! Mas uma coisa é fato, o processo de ensino- aprendizagem precisa de professores!

Aprendemos de forma prática que a frieza de uma tela de computador pode gerar problemas comportamentais, educacionais e sociais. A interação é nata, necessária e agrega aspectos positivos para a formação do indivíduo e da sociedade como um todo.

Por CINTHIA CACIÉLE FREGNE MATUSAIKI (*)

Cinthia Caciéle Fregne Matusaiki é Mestranda em Educação pela UNASP, Graduação em Educação Artística, Letras Português/Inglês e Respectivas Literaturas e Pedagogia. Especialista em Arte Educação, Métodos e Técnicas de Ensino, Gestão Educacional e Educação Especial.

UNASP - Mestrado Profissional em Educação

UNIOESTE - Tutora presencial Letras Libras Licenciatura e Bacharelado

UNIALFA - Docente e Tutora Oline

COLÉGIO SESI - Ensino Médio

Escola Adventista - Ensino Fundamental II

WWW.COLUNAITALO.COM.BR

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