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PAIS
Relação com os pais aumenta a felicidade dos bebês
A relação entre o bebê e o pai deve começar antes mesmo do nascimento
Publicado em 12/08/2017 às 20:57 Ítalo
Relação com os pais aumenta a felicidade dos bebês

O pai anseia pelo nascimento do bebê e pela relação com ele, tanto quanto a mãe. No entanto, os primeiros meses de vida do bebê tendem a ser um período de muita intimidade entre mãe e filho. Durante essa fase, é comum os pais sentirem-se excluídos da relação familiar e até mesmo “rejeitados” pela companheira.

No início da vida, o bebê pensa que ele e a mãe são a mesma pessoa, devido ao tempo que passam juntos e às necessidades fisiológicas supridas por ela. Essa percepção vai até por volta de 6 meses, quando a separação de corpos começa a ser autônoma por parte do bebê.

 

Vínculo de segurança

Nos primeiros dias e meses após o nascimento, para criar vínculo emocional entre eles, o papai deve ser ativo no cuidado do bebê, realizando tarefas como trocar fraldas, encher a banheira, colocar o bebê para arrotar após a mamada, ninar o bebê para dormir, entre outras.

De acordo com reportagem da revista Crescer, a relação entre o bebê e o pai deve começar antes mesmo do nascimento. Isso é possível quando o pai protege e cuida da companheira gestante, passando a ela confiança e, por consequência, ao bebê.

Outras tarefas domésticas como ir ao supermercado, preparar o jantar e manter as contas pagas também colaboram com o clima de segurança necessário para mamãe e bebê. Afinal, tanto no fim da gestação quanto logo após o nascimento do bebê, a mãe fica emocional e fisicamente fragilizada. Se ela se sentir segura, o bebê ficará mais calmo e saudável.

 

Compreensão de gênero

Até os 6 meses o pai tem papel fundamental na identificação de gênero, tanto para meninas quanto para meninos, pois o pai é o primeiro ser que o bebê identifica além de si mesmo e da mãe. O bebê percebe, muito cedo, que o pai é diferente da mãe.

 

Linguagem e inteligência

Outro estímulo que também pode partir do pai, é a conversa. Para o desenvolvimento social e cognitivo do bebê, a fala dos cuidadores é essencial.  Um estudo das universidades Rice e Columbia, iniciado em 1990, concluiu recentemente que as palavras dos pais direcionadas ao recém-nascido, aumenta a inteligência e as chances de sucesso acadêmico das crianças, anos depois.

Isso mesmo! Antes mesmo de a linguagem chegar ao nível formal, o bebê desenvolve partes importantes do cérebro enquanto ouve histórias, conversas, versinhos e leituras infantis.

O estudo é categórico quanto ao fato de as palavras precisarem ser direcionadas ao bebê. Palavras ditas ao telefone ou ouvidas no rádio não servem de estímulo. Aquele “blá,blá,blá” que fazemos durante as atividades do dia-a-dia com o bebê é naturalmente positivo.  

Mesmo que o bebê não seja capaz de responder, é preciso fazer perguntas, apontar cores, dizer nomes de objetos e de pessoas, para estimular a linguagem e inteligência dele.

Todas essas ações incentivam o vínculo afetivo e a ligação entre pais e filhos. Mais do que isso, uma boa relação paterna garante inteligência e capacidade social para relacionamentos futuros.

TEXTO: Anita Leite

FONTE DE PESQUISA:  Revista Crescer e Revista Seleções

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