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ADOLESCÊNCIA
Como falar de namoro com os filhos?
Liberdade e privacidade devem ser resultado da demonstração de maturidade
Publicado em 15/06/2020 às 17:16 Ítalo
Como falar de namoro com os filhos?

Os bebês crescem e logo começam a imitar os adultos no quesito relacionamento.

Com tantas influencias (para não dizer, estímulos) da mídia, não é de se admirar que as crianças comecem bem cedo a se interessar por demonstrações físicas de amor e afeto.

Em geral, os primeiros sentimentos acerca de namoro e relacionamento são confusos e empolgantes para os adolescentes. O primeiro beijo, a primeira paixão, a curiosidade sobre sexo são apenas alguns assuntos que podem colocar os pais em uma situação de constrangimento e pressão.

Então o que fazer?

Como sempre, o segredo está no diálogo. Se os canais de comunicação entre pais e filhos estiverem abertos, os conflitos naturais da adolescência serão amenizados pela conversa sincera e responsável.

Cuidados sobre o namoro dos filhos

Quanto mais cedo os filhos começam a namorar, tanto mais atenção e presença necessitam dos pais. Os adolescentes precisam do apoio e também da orientação dos pais quanto a este assunto.

Quanto mais imaturo for, maior a chance de desenvolver um apego infantil ao outro, o que pode provocar intenso desconforto emocional quando o relacionamento chega ao fim (o que é natural nessa fase da vida).

É preciso que os pais ofereçam privacidade sem, no entanto, oferecer permissividade. Dar limites e regras de respeito mútuo é fundamental para que seu filho amadureça os sentimentos em relação ao outro de forma responsável.

É natural que o adolescente tenha pressa e curiosidade, especialmente sobre sexo. Porém, com a orientação dos pais, a saúde do corpo, da mente e dos sentimentos será assegurada. 

Outro detalhe importante é a idade: Relacionamentos com grande diferença de idade tendem a gerar consequências que podem marcar negativamente a pessoa mais jovem. O ideal é que seu filho adolescente namore pessoas na mesma fase da vida, com idade próxima.

Somente dessa forma poderá crescer e amadurecer emocionalmente em um ritmo saudável, vivenciando as emoções próprias de cada fase da vida.

Virgindade e sexualidade na adolescência

Uma onda de apoio à virgindade tem sido assunto em todas as redes sociais. Sob o lema “Decidi esperar”, jovens de todas as idades afirmam esperar o casamento para então dar vasão à sexualidade.

Essa postura é muito positiva, especialmente na adolescência, quando ainda há o processo de construção das emoções e da individualidade. Afinal, o sexo oferece uma ligação extrema entre as pessoas que desfrutam dele.

Um estudo da Universidade do Texas, afirma que perder a virgindade tarde é um fator "de proteção" para o comportamento dos casais, pois a maturidade emocional e cognitiva favorece a resolução de problemas interpessoais.

A abstinência sexual na juventude ainda previne a gravidez precoce e as doenças sexualmente transmissíveis.

Como se pode ver, esperar pelo casamento é uma opção segura para o corpo e para as emoções!

Quando pais e adolescentes conversam sobre os assuntos relacionados à afetividade, ao namoro, casamento e sexo, maiores são as chances de um crescimento saudável.

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